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Fruta Noni - Para que serve?

Noni (nome científico: Morinda citrifolia) é uma fruta originária do sudeste asiático, cujo maior produtor é o Taiti. Graças ao seus alegados efeitos medicinais, inclusive num suposto auxílio ao emagrecimento, a fruta — que, segundo alguns nutricionistas, pode ser classificada como alimento funcional — vem ganhando popularidade no Brasil.


Benefícios do Noni, fruta medicinal


Benefícios do Noni

Embora a comunidade científica ainda não tenha confirmado o efeito terapêutico da planta, na Ásia, o noni (não só a fruta, mas também folhas e flores) é largamente utilizado para tratamento da febre, tratamento dos olhos, problemas da pele, gengivite, constipação, tratamento de fraturas, tratamento de impotência, regulagem das taxas de colesterol e triglicerídios, náuseas, furúnculos, regulagem da menstruação, dificuldades urinárias, certos tipos de câncer, hipertensão, cólicas, disenteria, artrite, dores de estômago, tosse e dificuldades respiratórias, como a asma. Ufa, a lista é grande.

Mas a fama do noni deve-se principalmente pelo seu uso nos Estados Unidos e Canadá. Lá a fruta é anunciada como produto dietético, graças a suposta presença do princípio ativo xeronina. No entanto, até o ano de 2006, 20 anos após o anúncio da descoberta da xeronina, sua estrutura química ainda era desconhecida.


Contra-indicações

Alguns artigos científicos já comprovaram que o consumo prolongado do noni causa problemas nos rins e fígado. Os mesmos estudos também não recomendam o consumo da fruta por pacientes que fazem quimioterapia ou radioterapia.


Noni - Anvisa

Cultivado também no nordeste brasileiro, o noni tem ficado famoso principalmente em Pernambuco, onde virou ingrediente de diversos sucos e vitaminas com supostas propriedades medicinais. Diante do fenômeno, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tomou uma atitude: impediu a importação, comercialização e uso de produtos derivados da fruta. De acordo com a agência, os estudos científicos realizados até o momento, apesar de não conclusivos, revelam que a fruta, diferentemente do que se pensa, pode ser prejudicial à saúde, causando danos ao fígado e aos rins, como já citado.

Uma das empresas afetadas pela resolução da Anvisa é a norte-americana Morinda, fabricante do suco Tahitian Noni. Os produtos da empresa ainda são comercializados em 30 países, mas, para a Anvisa, não há respaldo científico para as supostas propriedades medicinais ou terapêuticas do noni.


Preço do Noni

Nas feiras de Pernambuco, o quilo da fruta sai por cerca de R$ 15. Já o suco — que, apesar de estar proibido, continua sendo vendido — sai por cerca de R$ 10 a garrafa de 500 ml.

Quem vende, diz que atualmente a procura é baixa, pois muita passou a plantar noni em casa. Se você também pretende fazê-lo, pode comprar mudas de noni na internet, através do Mercado Livre, o maior site de comércio eletrônico do Brasil. Basta acessar o link a seguir:

Comprar mudas de Noni


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Com informações da Wikipedia e do G1.

Celulite infecciosa - o que é, como tratar

Bastante diferente dos furinhos que aparecem no corpo feminino — que, apesar de não causarem danos à saúde, aterrorizam as mulheres —, a celulite infecciosa (também chamada celulite bacteriana) é uma doença grave, que pode ser letal. O distúrbio ocorre quando o tecido subcutâneo (abaixo da pele) inflama.

Quer saber mais sobre a celulite bacteriana, como se prevenir e como se tratar? Então confira o artigo a seguir.


Celulite bacteriana tratamento


A celulite infecciosa é provocada por vários tipos de bactérias. Enquanto que os recém-nascidos estão mais sujeitos à ação de estreptococos, estafilococos e hemófilos, os idosos podem ser afetados por micro-organismos do tipo pseudomonas. A infecção ocorre quando existe uma porta de entrada, como uma ferida ou uma picada de inseto. O problema pode, inclusive, ocorrer no rosto, em função de uma acne ou de um problema odontológico, caso em que é necessário cuidado redobrado. Isso porque, na face, a celulite infecciosa pode levar a uma meningite bacteriana ou a lesões nos olhos.

A infecção pode, ainda, se manifestar como dolorosas bolhas, capazes de provocar necrose do tecido ao se romperem. Por fim, embora seja mais raro, o quadro pode evoluir para infecção generalizada, significando risco de morte para o paciente.


A celulite infecciosa afeta também os homens?
Sim. Ela não tem nada a ver com a celulite que acomete as mulheres, cujo nome científico é lipodistrofia ginoide (mais comum em mulheres por questões hormonais). A celulite infecciosa pode afetar homens e mulheres em qualquer idade, principalmente pessoas com baixa imunidade, como pacientes em tratamento de quimioterapia, por exemplo.

Erisipela e celulite infecciosa são a mesma doença?
Não. A erisipela é outra infecção bacteriana comum, porém, afeta uma região mais superficial da pele.

A celulite bacteriana pode deixar sequelas?
Com um tratamento precoce, o distúrbio não deixa sequelas, mas, se evoluir sem tratamento, pode deixar cicatrizez.

O diagnóstico da celulite infecciosa é difícil?
Não. Por se tratar de um quadro clínico muito clássico, a maioria dos médicos está preparada para reconhecer. O fundamental é o tratamento precoce com antibióticos e exames de acompanhamento para a detecção da bactéria.


Sintomas da celulite infecciosa

• febre
• dores no corpo
• mancha ardente no local afetado
• inchaço local,
• inflamação dos gânglios linfáticos (as chamadas ínguas)
• áreas avermelhadas pelo corpo

Regiões afetadas pela celulite infecciosa

Pernas, pés e rosto são, geralmente, as regiões do corpo mais atingidas pela celulite infecciosa. Em todos os casos, é considerada um doença grave, mas, como já dito anteriormente, é ainda mais gravae quando a infecção instala-se no rosto, por conta do risco de meningite bacteriana.

Tratamento da celulite infecciosa

O combate à infecção de dá pela administração de diferentes antibióticos, dependendo dos agentes causadores:

• quando são estafilococos, geralmente utiliza-se dicloxacilina. Em casos mais graves, também de estafilococos, prescreve-se oxacilina ou nafcilina;
• para estreptococos, utiliza-se penicilina por via oral, podendo ainda, em casos graves, ser administrada a penicilina por via endovenosa e acrescentada a clindamicina. Se o paciente é alérgico à penicilina, orienta-se o uso de clindamicina em casos graves e eritromicina em casos mais leves;

De modo a diminuir o desconforto causado pelos sintomas da infecção, também se pode elevar a região afetada e torná-la imóvel para reduzir o inchaço. Aplicam-se ainda curativos frios e úmidos.


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Com informações do Diário Catarinense e do InfoEscola.